PASSAGEIRO



































Navego perdido no tempo
De um amor esquecido
Margeio em seus pensamentos
Digo sim quando quero dizer não
Contra-maré vou seguindo
À procura da razão
Quebro a barreira do tempo
De um amor adormecido
Digo talvez quando quero por inteiro
Sou mendigo em busca de uma solução
Navego no tempo a procura de um coração
Nessa estrada sou passageiro solitário
A procura de alguém
Navego perdido em mim.

5 comentários:

  1. Paulo

    A essência de seu poema é doce. Costumo dizer que textos assim "derretem na boca". É uma expressão para indicar a sensação confortante e delicada que ele provoca. Lindo mesmo.

    Bjs

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  2. Oi Paulo!
    Tem um selinho lá esperando por vc... Espero que goste!
    Bj

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  3. Oi , Paulo !

    Melancolicamente linda essa
    poesia ...
    Doce e suave também.


    BjO Grande e uma Noite Serena.

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  4. ...Mas não precisa seguir etiquetas, apenas pegue o presente, é seu! ririri...

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  5. E quem consegue ir de encontro com o coração...
    Amores que não se apagam e que serão sempre difíceis de serem esquecidos....Aiiiiiiii esses amores nunca se acabam.

    Obrigada pelos comentários em meu Bloguinho.
    Seus textos são fontes de expiração.

    Beijosss

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