Veneno






Na ponta da esferográfica
há a tinta que grafara
as histórias tortas
em metáforas
perdidas e mortas.
Nas palavras, havia o veneno
que manchara
de negro
a  língua ferina
da moça sem nome.

7 comentários:

  1. Muito lindo tua inspiração...Bem bolada! abração,chica( e mancha mesmo essa tinta...)

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  2. Anônimo03:27

    Uma macha que fica em cada verso teu.
    Revolta? Desabafo?
    Poesia!!!
    Beijo.
    isa.

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  3. oi meu amigo,

    o que a boca não pronuncia,
    as mãos deixam registradas...
    perfeito!!!

    beijinhos

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  4. Agressivo? Magoado? Inspirado!
    Palavras registadas podem ser perigosas mais do que faladas...

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  5. Veneno sempre veneno!!!

    Ah moça má!!!


    bjsMeus

    Catita

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  6. Se a tinta pode tornar-se veneno, o poeta sabe adoçar-lhe o gosto para que a bebida se torne doce ao leitor.

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  7. O que a moça não sabe,
    é que voce, usou a borracha
    para apagar o borrão e escrever
    o nome dela em teu coração...Abraços

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