Casca


Corpo inerte
sem vontade
fraco
encolhido
quase cinza
quase morto
O corpo que por hora habito

Paulo Francisco

7 comentários:

  1. Oi Paulo,
    Eu estou quase assim, a morte seria um prêmio.
    Beijos

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  2. Oi Paulo, fui lá no blog Na varanda...e apareceu que essa página não existe mais...é isso mesmo?
    Quanto ao poema, espero que dentro desse corpo, uma fagulha se acenda e incendeie todo o seu interior. Por enquanto é linda e triste poesia!
    Beijos
    Sandra

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  3. Eu vim ler de novo...sou melancólica!
    Linda, Linda!

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  4. Espero que passe...
    Bom dia!

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  5. Paulo, poetisar é preciso, viver sim é preciso e muito mais porque a sensibilidade humana, nos permite divagar, viajar, amar e o que preciso for. Não se definha na poesia! Só de vez em quando! Alegria, meu caro! Beijos!

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  6. Ah, pois é, há momentos assim em que nos passa na mente o desânimo, mas siga em frente, pois nada como um dia após o outro e uma noite(de preferência com um bom sono reparador), eis o que lhe desejo meu amigo sempre querido, deixo aqui minhas novas energias, as fui buscar na natureza!
    Abraços bem apertados!

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  7. Às vezes há um pouco de cinza, depois as cores voltam... ;) Belo poema! Abraço!

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