Incerto

Talvez eu não seja de muitas palavras
mas também não sei ser de poucas
O meio termo não me completa
Mas, o que me transborda então?
Ah, as palavras mágicas; as palavras simples,
tão mágicas como o nascer do dia
tão simples como uma flor no campo
Tão mágico e simples como um pingo de água
respingado de ti.
Talvez eu não seja de muitas palavras
Mas sei muito bem o que quero ouvir.


Paulo Francisco

4 comentários:

  1. Boa tarde, Paulo. Lindo o seu poema.
    Palavras exatas que nos completam, as que precisamos ouvir e dizer, que fazem a diferença na nossa vida.
    Verbalizar é importante, desde que não sejam palavras frívolas, e aqui, vi perfeição.
    Beijo grande e paz!

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  2. Poucas palavras transmitem muito.
    Gostei.
    Desejo esteja bem.
    Bj.
    Irene Alves

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  3. Anônimo17:28

    Oi Paulo boa tarde,lindo poema.
    Talvez eu não seja de muitas palavras, mas também não sei ser de poucas.
    O meio termo não me completa,Mas sei muito bem o que quero ouvir.
    Então quando eu li o seu texto Me ame.Me ame tanto
    como eu te amo agora.Se fosse para mim: Eu diria aquela palavrinha mágica,que todos que amam gostaria ouvir rsrsr.
    Beijinhos.

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