Durmo contemplando o céu marinho, acordo com ele azulzinho. Não gosto de discursos, gosto mesmo é de poesia. Odeio conversas fiadas, mas adoro uma boa história contada.
Canteiro
Deixemos o mundo lá fora
enfeitemos de flores
os nossos corações
e de nossa maneira
regaremos cada canteiro
com a água guardada
em nossas mãos.
Deixemos o mundo lá fora
Aqui dentro
dentro
de
nós
reguemos o que está latente
pra que depois
numa noite de lua cheia
todo o amor guardado
floresça lentamente
invadindo o mundo
num infinito querer.
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Perfeito.
ResponderExcluirA imagem que acompanha o poema "fala"...uma fala de amor (con)sentido, em crescendo como a lua e com o desenrolar do poema...
ResponderExcluirAdorei o conjunto!
Abracinho meu
Que assim seja meu amigo.
ResponderExcluirSem mais...amei!
Beijos com carinho.
...poeticamente
ResponderExcluirLINDO!!!!
bjs, poeta!
Lindo Paulo!!
ResponderExcluirE que seja sempre infinito!
Um abraço!
"Deixemos o mundo lá fora
ResponderExcluirenfeitemos de flores
os nossos corações"
Que beleza de poema!!!
Bom demais ter chegado aqui!
Parabéns poeta!
Oi Paulo
ResponderExcluirMuito bom,gosto de jardineiros que se dedicam! rs
é lindo também as mãos entrelaçadas ao luar;
sua inspiração de fato contagia
vamos fazer o jardim florescer!
comecemos logo nessa segunda-feira chuvosa rs
abraço-te
Depois de ver o video, sente-se a necessidade de ler o poema e interiorizar. Cada pessoa tem de procurar a paz e oferece-la em canteiros de flores regados interiormente.
ResponderExcluirE desse "deixar"nasceu um Poema belo e da foto uma dança sensual.
ResponderExcluirBeijo.
isa.
Adorei a imagem. As mãos sentem, falam, guiam.
ResponderExcluirE o poema é de muita delicadeza e carinho e entrega.
abraço
A lua cheia, as flores, a poesia!
ResponderExcluirA mais perfeita sintonia em harmonia!
bjsMeus
Catita