Poder





Ainda posso ver no céu estrelas cadentes.Ainda posso ouvir falar sobre o Índio. E em minha oca, ainda posso, espreguiçar-me como homem-branco. Ainda posso sentir a brisa noturna e de minha janela, convidar a lua a brincar comigo.
Ainda posso ser bandido ou mocinho, criador ou criatura.
Ainda posso chorar baixinho.
Ainda posso ser menino.
Ainda posso... ainda posso.

3 comentários:

  1. Se você fosse de outra tribo não poderia ver nada, além de um pequeno espaço. Teria que enfrentar um batalhão de bichos violentos e cruéis cada vez que tivesse que sair de sua oca.
    Adorei o poema.
    Beijos!

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  2. Boa tarde Paulo.
    "ainda posso sonhar com ele.
    Ainda posso pensar que nosso
    amor vai durar eternamente!
    Ainda posso viver intensamente,
    porque sei que ainda posso, sentir-me viva em alma, coração e na mente dele!"

    Só brinquei, mas adorei, como sempre!
    Abraços

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  3. Enquanto há vida, se pode tudo que a imaginação determinar...

    Um abraço!

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