Casca


Corpo inerte
sem vontade
fraco
encolhido
quase cinza
quase morto
O corpo que por hora habito

Paulo Francisco

7 comentários:

lua singular disse...

Oi Paulo,
Eu estou quase assim, a morte seria um prêmio.
Beijos

sandra mayworm disse...

Oi Paulo, fui lá no blog Na varanda...e apareceu que essa página não existe mais...é isso mesmo?
Quanto ao poema, espero que dentro desse corpo, uma fagulha se acenda e incendeie todo o seu interior. Por enquanto é linda e triste poesia!
Beijos
Sandra

sandra mayworm disse...

Eu vim ler de novo...sou melancólica!
Linda, Linda!

Ana Bailune disse...

Espero que passe...
Bom dia!

Maria Luiza disse...

Paulo, poetisar é preciso, viver sim é preciso e muito mais porque a sensibilidade humana, nos permite divagar, viajar, amar e o que preciso for. Não se definha na poesia! Só de vez em quando! Alegria, meu caro! Beijos!

Ivone disse...

Ah, pois é, há momentos assim em que nos passa na mente o desânimo, mas siga em frente, pois nada como um dia após o outro e uma noite(de preferência com um bom sono reparador), eis o que lhe desejo meu amigo sempre querido, deixo aqui minhas novas energias, as fui buscar na natureza!
Abraços bem apertados!

Priscila Silva disse...

Às vezes há um pouco de cinza, depois as cores voltam... ;) Belo poema! Abraço!